Asrai
Biografia
O grupo é formado por três mulheres (irmãs) e dois homens, com vocal feminino. Entretanto não se trata de mais uma banda como todas as que tem uma mulher no vocal. O Asrai realmente consegue inserir elementos do Gothic Rock, sem deixar os elementos do metal, Formado em 1988, o Asrai lançou várias demo-tapes entre 1989 e 1994, tendo editado o seu trabalho de estréia em 1997, “As Voices Speak”. Posteriormente, o grupo passou por diversas turbulências internas, o que causou mudanças na formação, que se estabilizou finalmente, ainda que estranhamente para os padrões do rock gótico, com três mulheres (Margriet/vocais, Manon/violino, Karin/bateria) e dois homens (Rik/guitarras e Martin/baixo). Mesmo tendo passado por tudo isso, o Asrai chega ao seu segundo trabalho respaldado pelo rótulo de "a mais nova revelação do Gothic Rock mundial".
Produzido por Roman Schoensee, com o luxuoso auxílio do conceituado Sascha Paeth na mixagem, “Touch In The Dark” foi concebido na Holanda e na Alemanha, e apresenta uma qualidade sonora impecável, que traz uma proposta musical que fica entre o Metal e o gótico, com muita melancolia e climas sombrios.
Destaques para “Pale Light”, música de trabalho, a balada “Tower”, “Whisper” e “Dream”. Um excelente trabalho, indispensável para quem curte rock gótico de peso, com muita introspecção, sem cair no marasmo.
Asrai é uma banda de Schiedam, Países Baixos. A sua música é sobretudo facilmente encaixada no gótico.
Asrai surgiu na década de 1980. A banda foi formada em 1985 e em 1988 mudou seu nome para Asrai. Vários de seus membros tocaram em bandas de Punk Rock. Naquela época a música já tinha uma melancólica e um lado obscuro.
Asrai lançou várias demos - fitas, de 1989 a 1994 . Finalmente, em 1997, lançou seu CD estréia, "As Voices Speak". Este CD foi notado e assinou com o selo Poison Ivy. Relativamente a este rótulo de um alemão libertação de vozes falam Como foi emitida.
De 1997 Asrai teve tempo para aperfeiçoar os seus sons e para encontrar a linha de direita. A banda era alto por este período difícil. Sua perseverança foi baseado num sincero amor pela música.
Entretanto, contratada pela Envio Records, Asrai gravou seu segundo CD "Touch In The Dark". Roman Schoensee produziu este CD enquanto Sascha Paeth, o melhor rapaz mistura de Rock e Metal, fez o toque final. O CD foi gravado em ambos Holland (Excess Studio) e Alemanha (Beautiful Lake Studio).
May 26 a 2004, o álbum "Touch In The Dark" foi lançado na maioria dos países europeus, assim como na Ásia e na América do Norte e Sul.
O single "Pale Light" foi lançado maio a junho. O videoclipe feito para a sua única "Pale Light", foi feita pelo versátil e talentosa dupla Marcel de Jong e Jelle Swetter.
Seu segundo single "Na frente de mim" do álbum "Touch In The Dark" foi lançado a 23 de Setembro. E novamente o videoclip foi feito por Marcel de Jong e Jelle Swetter e Maud Mulder.
Dezembro de 2006 Época de Mist orgulha - se de anunciar a assinatura de novos Dutch Gothic Rock acto ASRAI. Completa seu terceiro álbum de longa está prevista para o final da Primavera de 2007 e será seguida de uma tournée europeia.
ASRAI comentário "Depois de um toque no escuro novas canções eram para ser libertado e um novo caminho a ser explorado para solta o nosso próximo álbum. Viajar através de diferentes épocas, o melhor foi o misty um. Época de Mist apareceu e as estradas ficaram claras Para todos nós. Estamos aguardando a combinar ambas as nossas visões. Não podemos esperar para dizer; Época de Mist "até a morte nos fazer parte". "
Asrai é uma banda de gothic rock dos Países Baixos, formada em 1988.
01. As Voices Speak (1997)
02. Touch In The Dark (2004)
03 Pearls in Dirt (2007)
www.asrai.net
Rock Heavy Loud
Asrai
Pearls In Dirt
Records 2007
www.asrai.net
Review By Marco Trigo
Rate : 8,5/10
Estilo:Rock Gótico
Track List:
01. Delilah's Lie
02. Your Hands Go Cold
03. Stay With Me
04. Go
05. Lost
06. Something I said
07. Awaken
08. Sour Ground
09. Roses
10. Chain Me
O facto de ter um certo “fraquinho” pelos trabalhos em que mete a mão Sascha Paeth levaram-me a descobrir em 2005 estas Holandesas que em 2004 lançam o álbum “Touch The Dark”. Não terá sido alheio à altíssima qualidade do trabalho o facto de Margriet e companhia já andarem por estas andanças desde 1985, assumindo o nome Asrai em 1988 e lançando em 1997 o seu primeiro LP, pelo que também não parecerá estranho uma demora de 3 anos para um álbum novo.
Talvez pela sua formação nessa distante década de 80, as Asrai saltarão imediatamente fora das hordas de bandas que hoje em dia são catalogadas como góticas, etiqueta que reconhecidamente se tornou de fácil obtenção. Pelo contrário, esta banda cheia de maturidade vai buscar as suas influências mais atrás no tempo, combinando a Pop Gótica e New Wave dos anos 80 com algum punk e aí não deixam de lembrar os distantes Plasmatics, oferecendo-nos assim uma sonoridade gótica de características bem seminais que pontua pelos riffs carregados, sintetizadores inebriantes e bateria bem ritmada, quase dançável.
A banda é verdadeiramente competente, Margriet uma excelente vocalista e a fórmula que utilizam chega para nos oferecerem uma interessante variedade sonora. Os momentos mais sombrios do álbum com as suas teclas de fundo e os riffs carregados e pesados são aqueles que mais me atraem, como na inicial “Delilah’s Lie”, na electronicamente intensa “Your Hands So Cold”, enfim, rock gótico no seu melhor. “Roses” ou “Sour Ground” são músicas com uma aproximação bem mais Pop, esta última uma viagem à década de oitenta, uma excelente música para nos ficar no ouvido e um single com verdadeiro potencial de top, sem parecer terrivelmente descontextualizado como parece estar a tornar-se a norma actualmente. Efectivamente será das poucas ocasiões em que num álbum de metal, o single é o que mais me atrai, quer pela sua melodia brilhantes nos sintetizadores, e toda a ambição e empenho que a sua atmosfera algo “retro” invoca. Já o lado mais marcadamente Punk da banda é bem notório em “Go” e em “Awaken” lá temos esse cheirinho a Plasmatics que soa tão bem tanto tempo depois!
A banda evoluiu claramente, e com guitarras com bem mais garra e uma sonoridade muito mais decidida e acutilante que os esforços anteriores, “Pearls In Dirt” é um álbum abençoado por solidez e uma mão cheia de excelentes composições que com toda a justiça afirmarão as Asrai como um nome a levar em conta por todos fãs do Rock/Metal Gótico com pedigree da New Wave. Finalmente, é difícil indicar qual a peça mais saliente no alinhamento da banda, fora a própria Margriet, contudo uma vénia ao grande trabalho nos sintetizadores por parte de Manon.
Um belo, belíssimo, trabalho de Rock Gótico a transpirar genuinidade e talento para baralhar as preferências nesta recta final de 2007 e quanto a mim Margriet, Rik, Manon e Karin merecerão todo o sucesso que a partir daqui obtiverem. É bom tê-las de volta e a um nível surpreendente, mesmo para quem já as conhece de trás.